Os Grandes Felinos na cultura pré-colombiana: Elemento de ligação entre o poder e a cosmovisão nas culturas mesoamericanas e andinas

As figuras dos grandes felinos sempre estiveram associadas à sucessão hereditária das elites e dos governos, às guerras, aos rituais de sacrifícios e à cosmogonia das culturas pré-colombianas. MIRCEA (citado por GARZA, 1984) nos diz que:

aprender a linguagem dos animais, e em primeiro lugar a das aves, equivale, em qualquer parte do mundo, a conhecer os segredos da natureza e, portanto, a poder profetizar. A linguagem dos pássaros se aprende pelo comum comendo carne de serpente e de outro animal tido como mágico. Estes animais podem revelar os segredos do futuro, porque são considerados como receptáculos das almas dos mortos ou as epifanias dos deuses. Aprender sua linguagem, imitar sua voz, equivale a poder comunicar-se com o além e com os céus. (tradução livre)

Assim sendo este estudo construirá uma cartografia destes felinos nas diferentes culturas mesoamericanas e andinas. Para demonstrar este percurso através de objetos e monumentos, trabalharemos com as representações dos felinos a partir dos Olmecas, no México até a construção inca de Cuzco, no Peru.

PASZTORY (2005a) nos diz que “A estética não reside no objeto e tampouco na mente do espectador, mas é uma complexa relação entre os dois. Reconstruir a mentalidade do espectador pré-colombiano, sem textos ou testemunhas, é praticamente impossível”. Assim, esta cartografia tem por objetivo demonstrar a importância dos grandes felinos nas mais diversas culturas pré-colombianas, elaborando hipóteses baseadas no pensamento ocidental para a representação dos mesmos nos mais diversos aspectos do cotidiano.

Este post irá abordar como estes animais foram sendo representados durante os séculos entre as várias culturas que existiam na região mesoamericana e andina, desde os primeiros habitantes do continente até o surgimento de Cuzco como capital do império inca; e como os grandes felinos se associaram ao sacrifício aos deuses, continuação das classes dominantes, má formação genética devido a casamentos entre a mesma linhagem sanguínea e à cosmogonia que os povos pré-colombianos fizeram parte.

Todas as civilizações têm a experiência do Sagrado. O Sagrado manifesta-se fora da rotina e do cotidiano. No Sagrado, a pedra ou a árvore deixam de ser apenas parte da natureza para se transmutarem no divino. É um modo peculiar de conhecimento do mundo e de situar-se nele (WILGES, 1982).

Estabelece-se então a cosmogonia deste povo, onde a ordem e a harmonia são instituídas pelas divindades. Para que o mundo continue neste padrão de organização é necessário que sejam criados mitos, ritos e cerimônias, para que o indivíduo possa lidar com o desconhecido e com o medo, tornando seu mundo mais seguro.

Figura 1. Máscara Olmeca de Jade

SANTOS JUNIOR (2009) afirma que “A concepção animista desse sistema ideológico apresenta como gérmen a tradição coletora e caçadora, baseada em crenças nos espíritos e forças transcendentes que regulavam as mudanças astronômicas, naturais e sociais, sobretudo os de subsistência de seu sistema nômade”.

Com processo de fixação das populações, há o desenvolvimento do conhecimento empírico sobre os ciclos solares / lunares, período de plantio e colheita, chuva e seca, entre outros. Começa a ser definido um novo conjunto de divindades e consequentemente de rituais. Neste processo vão sendo criadas novas visões do Sagrado a partir de novas demandas culturais.

Nas culturas pré-colombianas, neste processo há o surgimento de uma tríade de divindades que representam sua cosmogonia. Esta tríade é composta de uma ave (águia ou condor), um grande felino (jaguar ou puma) e a serpente. Neste contexto, os governantes e xamãs são os intermediários entre estes animais e o homem comum.
Eles transitam entre os dois mundos trabalhando para a harmonia cosmogônica do povo.

Figura 2. homem com bebê jaguar

Se as aves representam a ligação com o “alto” e as serpentes com o mundo inferior, os grandes felinos são as divindades que habitam e protegem tudo o que ocorre no âmbito da terra, desde os ciclos das estações, as colheitas até a necessidade dos sacrifícios para que o cotidiano (colheitas prósperas, ausência de desastres naturais, entre outros).

Os animais representados nas suas formas antropomorfizadas, possuem atributos iconográficos que seguem um padrão, sendo estes: olhos com pupilas diferenciadas, sobrancelhas franzidas, narizes achatados, bocas com os lábios inferiores com uma concavidade para baixo. Segundo GHELLER (2013) “este universo iconográfico revela uma ideologia religiosa de deuses agressivos e intimidadores, satisfeitos mediante liturgias que demandavam grandes sacrifícios e oferendas” (tradução livre).

Na cultura mesoamericana encontra-se uma grande variedade de esculturas se reportando a uma cabeça antropomorfa com traços de jaguar. Estas figuras são denominadas “deus Jaguar”. Segundo CHOCANO (2007), este deus representa poderes sobrenaturais e controla os fenômenos naturais relacionados com as estações do ano. Partindo de sua figura naturalista o Jaguar tem uma transição que passa do animal propriamente dito à representação antropomórfica, com desenhos iconográficos repetitivos e uma maior elaboração da peça. Sua figura é inserida em vários contextos, tanto políticos quanto sociais e religiosos.

Figura 3. Corcundas Olmecas

Como vemos na figura 1 a máscara de jade Olmeca possui formas naturalistas. Segundo PASZTORY (2006a) a representação dos olmecas, é uma das mais naturalistas, tridimensionais e livres em movimento (1300-900 a.C.). Esta máscara possui um nariz muito característico de felino; sua boca entreaberta possui lábios grossos. Na parte interna da boca existe uma fenda como se fossem presas posteriores. A máscara possui olhos amendoados e detalhes na testa como se fosse uma fenda.

No sítio arqueológico de La Venta, há um altar em pedra basalto conhecida como “homem com bebê jaguar”, com medidas de 2m x 4m. Na figura 2 identificamos o bebê jaguar com características em comuns com outras representações existentes, como a posição do bebê jaguar no colo parece que este bebê possui má formação.
Suas pernas não demonstram a existência de articulações que pudesse sustentar o corpo de forma ereta.

Estes traços de felino são recorrentes na cultura Olmeca. Uma das explicações existentes é a de consanguinidade genética. Os nobres casavam entre si, e esta prática era a causa de deformações genéticas, incluindo síndrome de Dowm e espinha e crânio bífido. Os bebês jaguar e alguns jovens retratados possuem as mesmas características: o corpo não está ereto e nem com uma simetria corporal dentro da normalidade. Podendo ser estas malformações associadas aos nobres, estes indivíduos foram retratados como seres mágicos. A figura 3 têm três jovens com deformações físicas, provavelmente – devido ao equilíbrio do corpo – com espinha bífida.

Figura 4. Cabeça Clava

Nas culturas andinas, estes animais também exercem grande influência. De grande complexidade cultural e este é período dos grandes centros cerimoniais, observações astronômicas e das forças ocultas da natureza como geradores e mantenedoras das ordem natural da terra. São construídos grandes centros cerimoniais, na qual o mais famoso é o Chavin de Huantar, na entrada da Cordilheira dos Andes.

Na figura 4 vemos monólitos escultóricos do sítio arqueológico de Chavin de Huantar que claramente é na forma de uma cabeça de felino com presas proeminentes esculpidas na rocha. A cultura Tiahuanaco, que se desenvolveu ente o período dos séculos IV a XIII d.C. deixou em seu legado o uso da madeira. Segundo a história desta cultura, não mais se apresenta o jaguar (gênero panthera) ou um felino de uma forma geral, mas a divindade é definida como o gênero puma. Embora os dois gêneros de grandes felinos guardem grandes semelhanças entre si, eles possuem habitats diferentes, sendo que o puma está relacionado com grandes altitudes, como as Cordilheiras dos Andes.

Em 15 de outubro de 2020, a Oficina de Comunicação e Imagem do governo peruano publicou sua mais nova descoberta no Mirador Natural do sítio arqueológico de Nazca y Palpa.

Figura 5. Geóglifo felino

A figura 5 é um geóglifo em forma de felino com o corpo de perfil e a cabeça de frente, medindo 37 metros de largura. Os arqueólogos dataram o geóglifo com uma idade aproximada de 100 – 200 a.C., do período Paraca tardio. Segundo a reportagem, “a representação de felinos deste tipo são frequentes na iconografia da cerâmica e dos têxteis da sociedade Paracas” (tradução livre). Este sítio é Patrimônio da Humanidade, tombado pela UNESCO em 1994.

A preocupação com as relações espaciais, padrões mentais e a falta de interesse pela visibilidade colocaram os famosos geoglifos de Nazca diretamente neste sistema andino. Um platô inteiro, despido exceto pelas linhas e figuras criadas com a disposição superficial de pedras em caminhos, foi uma enorme área sagrada. Visíveis somente a partir de colinas próximas ou a partir do ar, essas linhas foram provavelmente traçadas com cordas e constituíram, talvez, trajetos cerimoniais. Como não podia ser vista, a forma precisava ser imaginada e experimentada. (PASZTORY, 2005b)

Figura 5: Cuzco, a cidade-puma
(Delgado, Dante, 2011)

As várias culturas pré-colombianas manifestavam sua forte ligação com os felinos em todas as formas de material. Apesar de todas estas peças demonstrarem esta relação dos felinos com o sagrado, com o conhecimento, geopolítica e religião, a mais impressionante demonstração da importância do felino é maior que uma escultura em pedra, um templo ou qualquer outro monumento. Esta relação sagrada tem seu ápice na arquitetura de uma cidade inteira, a cidade de Cuzco, no Peru, onde a cidade é o próprio felino (figura 6).

Segundo o DELGADO (2011): “Cuzco puma, tem plano arquitetônico animalístico zoomorfo astronômico. Traço urbano do desenho zoomorfo tem forma de felino. Topografia geográfica é acondicionada no corpo do felino. O puma é o mais avançado dos animais dos Andes.”

Os sítios arqueológicos ao redor da cidade tem um ponto radial inicial que parte do monumento Del Qorikancha – o Templo Sagrado do Sol – e formam um complexo arqueoastronômico com precisão incrível, seguindo os movimentos solares, lunares, solstícios e equinócios. Este ponto é o chamado “umbigo do mundo”, e de onde saem todas as linhas imaginárias que formam a geografia cósmica inca.

PASZTORY (2005b) afirma que “Santuários podiam ser templos, fontes, pedras, ou mesmo paisagens. A última visão de Cuzco a partir de um dado ponto era muitas vezes um santuário por si só. A ideia de que uma paisagem pudesse ser um santuário indica em que medida os conceitos mentais eram tão importantes quanto as coisas materiais para os andinos”. Nesta figura vemos que saem do umbigo do felino 42 linhas radiais que terminam nos sítios arqueológicos. Dentre estes sítios, o mais famoso e tombado pela UNESCO é o de Machu Picchu, construção religiosa cuja confluência radial passa pela cabeça do puma.

A relação mágica entre as culturas pré-colombianas e os felinos perdurou por cerca de 3000 anos, dos olmecas aos incas. Assim, há uma ligação intrínseca entre os felinos e o que ocorre no cotidiano das civilizações pré-colombianas. Esta sequência permeia o naturalismo na representação dos felinos em vários substratos, como rochas, máscaras, geóglifos, têxteis, entre outros.


Bibliografia Citada
CAMPBELL, Joseph. As Máscaras de Deus. Mitologia Primitiva. Editora Palas Athena, São Paulo. 424p. 1992.
CHOCANO, D. Jaguar e Ideologia en las Sociedades del Periodo Formativo: Pacopampa un caso en los Andes Centrales. Investigaciones Sociales, v. 11, n. 18, p. 139 – 177, 18 jun. 2007. Disponível em <https://revistasinvestigacion.unmsm.edu.pe/index.php/sociales/article/view/7140&gt;. Acesso em 08 de fevereiro de 2021.
DELGADO, D.G.S. : Arqueoastronomia inka – Cusco Cosmovisión y Arquitectura Mágica. Mundo Andino Editores. Lima, Peru. 270 p. 2011.
GARZA, Mercedes (1984). los animales y lo divino. in: El Universo Sagrado de la Serpiente entre los Mayas, U.N.A.M. Centro de Estudios Mayas, México .Acesso em 09 de fevereiro de 2021. Disponível em <https://www.americaindigena.com/garza_animales.htm&gt;
GHELLER, Roberto (ed.): Antiguo Peru, Incas e preincas. Nancy Margarita Salazar Trujillo. Peru. 50p. 2013.
PASZTORY, Esther(a). “Aesthetics and Pre-Columbian Art” In: Thinking with things. Toward a new vision of Art. Austin: University of Texas Press, 2005, pp. 189-196.
PASZTORY, Esther (b). “Andean Aesthetics” In: Thinking with things. Toward a new vision of Art. Austin: University of Texas Press, 2005, pp. 197–207.
SANTOS JUNIOR, Avelar. Cosmovisão e religiosidade andina: uma dinâmica histórica de encontros, desencontros e reencontros. Interações: Cultura e Comunidade [en linea] 2009, 4 [consulta: 08 de fevereiro de 2021] Disponivel em:
<http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=313027312011&gt; ISSN 1809-8479.
SERRANO, Javier Urcid. El simbolismo del jaguar en el suroeste de Mesoamérica. Arqueología Mexicana núm. 72, pp. 40-45. 2007. [consulta: 08 de fevereiro de 2021].
Disponivel em : <http://arqueologiamexicana.mx/mexico-antiguo/el-simbolismo-deljaguar-en-el-suroeste-de-mesoamerica&gt;
WILGES, Irineu. Cultura religiosa. As religiões no mundo. Editora Vozes. 206p. 1994






Apropriação de temas relacionados às Biociências nos Contos de Terror do Século XIX

Nos contos de terror que afloravam no século XIX, muitos tinham em suas narrativas criaturas monstruosas, deformadas e selvagens. Suas origens eram as mais diversas, desde grupos isolados de adoradores de deuses teriomórficos até pragas e pestes vindas de regiões não conquistadas pelo explorador europeu civilizado. O mundo civilizado se vê às voltas com lobisomens, vampiros, cadáveres, pestes entre outros, que são trazidos ao seu território por feitiçaria, mordidas, cientistas inescrupulosos ou espécies oriundas do “resto do mundo”.
Neste mesmo século, temos a consolidação de ciências como a fisiologia, a genética, a epidemiologia e demais campos onde a dimensão empírica era central na agenda de pesquisa.
Medição de ossos, cérebros, cor de olhos, entre outras características físicas eram fatores relevantes para estabelecer critérios de superioridade racial e de gênero por parte de alguns cientistas. Em alguns casos, ao retratar alguma etnia ou característica diferenciada, os cientistas modificavam sutilmente a ilustração do indivíduo, por exemplo, dando um contorno mais simiesco em homens negros. Estas duas narrativas se encontram na criação do estereótipo de que etnias diferentes do homem europeu, assim como regiões diferentes da Europa civilizada trazem em si a criminalidade, a violência e a doença. Este estereótipo se perpetua implicitamente na sociedade, e de forma sutil, estas ideias circulam entre a cultura e a ciência até os dias de hoje.

Na investigação científica, vários estudos foram realizados no campo das biociências. Josiah Nott & George Gliddon, cirurgião e egiptólogo respectivamente, em seu livros “Types of Mankind” (1854) e “Indigenous races of the earth”(1857), utilizam uma ilustração deformada dos crânios da etnia negra e do chimpanzé para justificar a inferioridade, pois esta lustração “comprovava” que os negros estavam em grau de inteligência entre os chimpanzés e os homens brancos. (citado por Gould, 2014).

GOULD, Stephen Jay. A falsa medida do homem.

Na área da epidemiologia, várias teorias foram verificadas. A peste negra chegou ao continente europeu através das caravanas comerciais que passavam pelo mar mediterrâneo originárias da China. O epidemiologista Jon Snow, entre o período de 1849 e 1854, comprovou que a epidemia de cólera ocorria devido a alimentos e água contaminada, em regiões insalubres, com fatores de risco como falta de saneamento, escassez de água e pobreza.
A partir do desenvolvimento científico, o homem é colocado como sujeito e objeto de conhecimento. Esta posição de sujeito e objeto difunde as informações pelo campo social , circulando os discursos científicos como estatutos de verdade.
Estes mesmos conhecimentos científicos, quando utilizados de forma a gerar préconceitos, podem incitar a formação de estereótipos. O preconceito não é inato, mas fruto da sociedade e de conflitos existentes. Foi Walter Lippmann, em 1922, que utilizou o termo “stereotypes” para indicar as “pictures in the head”, isto é, as representações mentais que cada um de nós projeta sobre a realidade para padronizá-la cognitivamente (Lippmann, 2004, citadopor Santoro, 2014).
E os estereótipos emergentes de etnias fora do eixo eurocêntrico ocidental, ou de populações oriundas da classe menos favorecidas dos centros europeus influenciaram fortemente diversos personagens de contos de terror.
Em 1890, Ruyard Kipling escreve em seu conto “A Marca da Besta”, a transformação de um homem inglês em lobisomem causado pela vingança do sacerdote de um templo em “Dharmsala, a leste de Suez”, que foi desonrado por este inglês bêbado. Neste conto,descreve-se como os “grandes macacos cinzentos da montanha” se comportam em seus rituais. Embora o mito do lobisomem exista desde a Grécia antiga, Kipling inseriu o componente étnico e religioso não judaico-cristão em seu conto de horror.

Cena do filme Nosferatu

Outro ente reconhecidamente sobrenatural é o vampiro. Embora a existência de um ser que suga a energia vital dos homens seja comum nos mitos e lendas antigas e medievais, ele foi difundido no século XIX com os panfletos de Varney o Vampiro (1845-1847) escritos por James Malcolm Rymer, e pelo romance “Dracula”, de Bram Stoker (1897). Neste livro, quando a personagem Jonathan Harker faz a viagem para a Transilvânia, em seu diário ele faz a seguinte observação: “as figuras mais esquisitas que avistamos foram os eslovacos, mais bárbaros que os demais (…) em uma peça teatral, seriam imediatamente identificados como a velha corja de bandidos orientais”.
No cinema expressionista alemão o vampiro foi imortalizado pelo filme Nosferatu (de 1922), quando o “monstro” migra para a Inglaterra em um caixão com terra não santificada em que foi sepultado, onde ele dorme diariamente na condição de morto-vivo, trazendo novamente a ameaça da peste negra para a Europa ocidental.
Como percebemos nestes breves exemplos, há componentes científico, étnico, geográfico e religioso incorporados na narrativa artística, formando o estereótipo do “mal”, onde a impureza e o perigo estão no que vem de fora dos centros urbanos europeus do séc. XIX.



CROCHIK, José Leon. Preconceito, Indivíduo e Sociedade. Temas em psicologia. No 3: 47 a 70. 1996.
BARATA, Rita Barradas. Epidemiologia e saber científico. Rev. Bras. Epidemiol. Vol. 1, Nº 1, 14-27. 1998
GOULD, Stephen Jay. A falsa medida do homem. – 3. ed. – São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2014.
HAINING, Peter. Histórias sobrenaturais de Ruyard Kipling. Editora Bertrand Brasil. 493p. 1996.
NOSFERATU. Direção F.W. Murnau. Produção Jofa-Atelier Berlin-Johannisthal. Intérpretes: Max Schreck, Gustav von Wangenheim, Greta Schroeder . 1922. 73 minutos. Preto e branco. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=SWEuP1OGx6A&t=4434s. Acesso: 30 de
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ROCQUE, Lucia de La & TEIXEIRA, Luis Antonio. ‘Frankenstein, de Mary Shelley e Drácula, de Bram Stoker: gênero e ciência na literatura’. História, Ciências, Saúde — Manguinhos, vol. VIII(1), 10-34, mar.-jun. 2001.
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