O Vaso de Pandora de Cada Ano

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Barent Graat – Pandora (óleo em tela) 1676.

Diz a lenda que a primeira mulher criada por Zeus foi Pandora, sua filha primogênita. Pandora foi enviada a Epimeteu como um presente, que a desposou. Pandora carregava um vaso que não podia ser aberto, que continha todos os males do mundo, mas Epimeteu não se deu por satisfeito e abriu o vaso.

Assim todos os males que afligem o homem saíram do vaso. Quando Pandora viu o vaso aberto, ela se apressou para fechá-lo, e não deixou a “Esperança” fugir.

Esta mitologia pode ser como nossos 365 dias a cada novo ano. Durante o ano passamos por dificuldades das mais variadas, os males como doenças, perdas, decepções, e tantos outros, vão saindo aos poucos da caixa. Estas fugas nos geram, quando conscientes da necessidade do aprendizado, muitas reflexões sobre nosso próprio caminho, sobre quem somos, em quem queremos nos transformar (bem vindo homem novo).

A sociedade passa por guerras, crises, desemprego, violências mas quando chega no dia 31 de dezembro, parece que algo se renova em nós, o desejo do melhor, das bênçãos, de alegrias e vitórias.

E nos segundos finais do ano, cada um de nós abrimos nosso vaso particular e agradecemos à Esperança não ter nos deixado. Ela sempre está lá, com olhar sereno, corpo de diamantes dizendo: estou aqui, me deixe iluminar teu Espírito neste ano que começa.

Feliz 2018 a todos!

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